meio diário virtual, meias verdades, palavras roubadas... nada que chame atenção.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Há poesia em tudo o que eu vejo.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Nota.
Meu amor está cansado, surrado, ele quer me deixar para renascer depois, lindo e puro, em outro canto, mas eu não quero outro canto, eu quero insistir no nosso canto."
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Feriados não são meus amigos.
Um amor compensa toda dor.
O tempo, tempo, tempo... Mano velho!
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Viva a vida!!
Tudo acontece quando a vida acha que é necessário acontecer. Isso porque a vida sempre quer deixar claro pra nós que dependemos dela para tudo.
E continua sendo bem assim, você acha que está no controle da situação, e daí vem a vida e te mostra que andamos conforme o mundo gira, tudo sempre incerto e certo no fim.
Você cria castelos com muros imensos de ser feliz sem se deparar com espinhos e trovões, você tentar cuidar de cada detalhe da decoração de sua casa interna. Você desenha pra si o
Amor perfeito, a casinha azul com um lago e com muitas flores no quintal e uma rede que balança ao som do vento. Em outra página, você contorna um futuro cheio de carinhos e sorrisos. Daí você guarda o seu livrinho melódico e perfeito que você mesmo desenhou pra trilhar o caminho.
A cada dia que amanhece você acaba percebendo que o seu livrinho perfeito se torna um aliado a ilusão, e acaba se rendendo aos contornos impulsivos e inesperados que a vida te joga. Você chora. Chora e tentar desenhar alguma outra página, mas não consegue. A vida vem mais uma vez e te joga numa estrada cheia de espinhos e buracos, e você, acaba crescendo e aprendendo a ser amigo da vida e traçar seu trilho de forma receptiva. É, meu bem, a vida sempre será o carro chefe de sua estrada.
Vai ser a vida quem vai lhe apresentar o grande amor de sua vida. De forma sem graça. No piscar de olhos numa esquina qualquer. Numa fila de um banco num dia de chuva. Num momento alcoólico em alguma balada. Numa tarde quente em uma parada de ônibus. Ou em qualquer caso banal do dia-a-dia.
Ai você se apaixona por alguém que te despreza e diz não gostar de você. Você chora. Fica com raivinha da vida. Derrama muitas lágrimas formando um rio intruso no quintal se sua casinha azul. A vida nem se quer te anima, e sim te despeja na solidão até você acordar sorrindo a toa.
Daí você acorda numa manhã de sexta-feira e ver no espelho alguém com feições especiais, com graça, carente e feliz. Você descobri que a vida é sua amiga e pega na mão dela e ciranda sorrindo sem medo dos espinhos. Pega telefone, manda sms. Manda e-mail. Manda beijo. Chora com ciúmes de quem ainda não é seu. Sorri com todas as palavras da pessoa que você se apaixona. Olha no espelhos o reflexo dos olhos brilhando. Demora mais minutos que o normal no banho. Esquece de enviar relatório, de responder e-mails de trabalho. Fica rindo só nas ruas.
Se apaixonar é tão careta que você perde a noção do perigo de ser sensível. Isso mesmo, você espalha flores por todos os canteiros.
E depois bem longe e quase perto, você está em dois. Você é amado e ama. Você tem com que chorar, sorrir, cantar, dançar, sonhar... amar. Você vai acordar todos os dias pensando qual a melhor forma de satisfazer a pessoa amada. Você gira sua rotina. Você é feliz.
A vida volta a aparecer para te mandar flores, e sorrir de você, te fazendo lembrar do passado e te mostrando que vale a pena chorar e sofrer muito e cicatrizar as feridas e viver sem medo de ser feliz.
Ame. Mas antes de tudo, sofra.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Nota para noite passada.
Não, não pode ser...
Mas é. Até então, eu acho que é.
E tô feliz, na verdade eu tô idiota. E não sofro, apesar de que isso é um risco que a gente sempre corre, mas eu sei que vale a pena o risco, e talvez até mesmo o sofrimento. Ahh, vale sim. Por ela, sim.
Ela que tem quase tudo que eu gosto, e quase nada que eu não gosto. Sim, quase... Porque é isso que me faz querer mais dela e dar mais de mim, são esses quases que me fazem pensar nela, pensar no quanto ela é completa, e no quanto que eu desejo que seja assim, lindo... Com todos os suspiros, brilhinhos, minha birras e aquela paciência divina.
